Como escolher as ferramentas ideais de Mídia Programática

Como escolher as ferramentas ideais de Mídia Programática

A mídia programática veio para automatizar o processo de anunciar online, dando às marcas a opção de centralizar a busca pela audiência correta para cada anúncio, o leilão online pelo espaço e a análise de performance das campanhas em tempo real. Unindo tecnologia e dados, a prática se tornou o melhor jeito de se publicar e gerir anúncios online.

Entre suas vantagens estão fluxo de trabalho simplificado, uso de plataformas complementares, segmentação da audiência e visão única de um cliente na mídia digital. Para executá-la, porém, é preciso contar com plataformas que possibilitem a aplicação das estratégias das campanhas.

As duas principais ferramentas usadas na mídia programática são as chamadas Demand Side Platform (DSP) e Data Management Platform (DMP). É por meio de uma DSP que se gera uma campanha, o software permite configurar os anúncios, acessar inventários de mídia por meio do AdExchanges e monitorar o resultado de diferentes anúncios ao mesmo tempo. Já a DMP permite a segmentação do público, tornando a campanha mais assertiva. Por meio do mapeamento do comportamento online das pessoas através de cookies e sites parceiros, a DMP entrega a melhor segmentação para determinado anúncio.

Existe alguns cuidados particulares que se deve ter ao escolher as plataformas de mídia programática. Ao optar por uma DSP, por exemplo, é importante  prestar atenção no tipo de serviço que ela entrega, como é feito o pagamento, quem gerencia a plataforma, etc. Já para a escolha de uma DMP é preciso se atentar que tipo de segmentação é entregue, se a plataforma está em compliance com as leis de proteção de dados e a origem das informações, por exemplo.

 

Mas alguns cuidados na hora de escolher a melhor plataforma é inerente às duas, confira:

      1) Integração:

 Procure por softwares que permitam a integração com outros. Assim, os dados de uma DMP podem ser portados para a DSP, por exemplo, ou a empresa pode importar as análises de resultados das campanhas para um sistema próprio para unificar todas as métricas de diferentes plataformas.

 

     2) Clareza:

Entender o que se está contratando é essencial para poder usufruir do máximo de vantagens possíveis, por isso, a plataforma deve ser clara no que entrega. Dessa forma, se evita expectativas irreais e se abre o leque de oportunidades ao mostrar exatamente quais ferramentas estão disponíveis.

 

    3) Metrificação:

O alinhamento da forma como os resultados são medidos é essencial para que o uso das plataformas se tornem realmente úteis. Não adianta pagar mais barato por um software e não ter todos os dados relevantes de performance nas mãos para avaliar as campanhas. 

 

    4) Personalização

Não existe um “tamanho único” das plataformas. Cada empresa tem uma necessidade diferente, e muitas vezes esta muda ao longo do processo de anúncio, por isso, contar com softwares que se adaptem ao que o negócio necessita no momento é essencial para otimizar recursos e potencializar resultados. 

 

      5) Qualidade

A relação custo-benefício é importante. Por mais que sejam mais baratas, algumas plataformas ou não entregam o que prometem ou não têm todos os recursos necessários para realmente automatizar e impulsionar as campanhas. Por isso, no lugar de olhar preço, o mais importante é ter a garantia de que o investimento trará um retorno. 

 

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