Conversão do varejo na era dos dados: como empresas devem se comportar para vender mais

Conversão do varejo na era dos dados: como empresas devem se comportar para vender mais
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O varejo na era dos dados precisa estar ainda mais disposto a inovar e a voltar as suas soluções, serviços e produtos para a construção de uma experiência do cliente realmente significativa. 

Diversos estudos reiteram a mudança de comportamento dos consumidores, impulsionada, sobretudo, pelas transformações digitais. Essa alteração impacta diretamente a forma com a qual o mercado precisa se posicionar para vender mais, ou, ainda, continuar vendendo. 

A exemplo disso, o relatório Webshoppers 46, realizado pela NielsenIQ|Ebit, em parceria com a Bexs Pay,  identificou que o e-commerce brasileiro registrou R$ 118,6 bilhões em vendas no primeiro semestre de 2022, sendo 6% maior do que o mesmo período em 2021. O levantamento também observou que o mercado online do país conta com 49,8 milhões de compradores. 

Em outras palavras, isso significa dizer que o consumidor agora percorre a sua jornada de compra não só pelo tradicional caminho offline, como busca integrar outras possibilidades de conversão à essa atividade. É o que se pode chamar de consumidor omnichannel

Por esse motivo, o varejo também precisa se adequar a omnicanalidade e desvendar o potencial dos dados para: a) conhecer verdadeiramente seus clientes em potencial b) melhorar processos internos e de vendas c) garantir a manutenção das suas vantagens competitivas. 

Neste artigo, vamos mostrar como o uso de dados é fundamental para as empresas varejistas ampliarem seus resultados. 

5 dicas para o sucesso das empresas de varejo na era dos dados.  

1) Esteja disposto a investir em tecnologia 

De acordo com o Harvard Business Review, uma das garantias de sucesso das empresas atuais, inclusive as do varejo, é basear suas decisões em dados. 

Afinal, esse é um campo que apresenta oportunidades únicas para qualquer setor. Com as tecnologias avançadas de análise de dados, as organizações podem obter informações valiosas sobre os hábitos de compra dos clientes, tendências do mercado, diferenciais da concorrência, bem como mensurar a eficácia das campanhas publicitárias.

Diante de tantos benefícios, o mercado varejista, além do financeiro, foi o que mais investiu em tecnologias para incentivar os seus negócios do Brasil até o início de 2022, de acordo com uma pesquisa da Cortex

O estudo foi realizado com 233,4 mil empresas, observando que os recursos mais populares neste contexto estavam relacionados a Cloud Providers, Business Email Hosting, CRM, Marketing Automation, AI Services, Blog, E-commerce e Security. 

Portanto, o primeiro passo do varejo na era de dados é a decisão do negócio por abraçar o investimento em plataformas e tecnologias que sejam capazes de operar com qualidade nesta realidade. 

2) Utilize os dados para mensurar todas as etapas da sua operação 

Um dos diferenciais da era dos dados é a possibilidade de metrificar todas as ações de vendas, assim como todos os processos da empresa. 

Nenhuma etapa das estratégias do negócio pode ser desenvolvida ou utilizada sem que haja um propósito específico.

Por isso, o varejo na era dos dados precisa conseguir mensurar sua operação, elencar indicadores adequados e traduzir as informações advindas desse processo. 

Se alguma fase da empresa, seja das suas campanhas de marketing, do atendimento ao cliente, ou da operação básica do produto ou serviço, não mapeia dados e observa seus resultados, a organização está perdendo oportunidade de desenvolvimento do negócio! 

3) Garanta que a tradução dos dados seja eficiente 

A partir do momento que a empresa decide investir em tecnologia, pressupõe-se que, antes de realizar tal gasto, a organização desenvolverá um estudo técnico preliminar capaz de identificar quais ferramentas e plataformas são compatíveis com a realidade do negócio, escolhendo, assim, a de melhor custo-benefício para as suas singularidades. 

Depois que isso é feito, outro passo fundamental do varejo na era dos dados é contar com profissionais especializados em traduzir todas as informações por trás dos bancos de dados, qualificados ou não, em ações práticas e em melhorias tangíveis para o mundo concreto. 

De nada adianta uma estratégia de coleta e armazenamento de dados, se esses ativos não serão revertidos em planos de ação práticos. 

Assim, a empresa precisa da expertise de transcrever todos os insights gerados através dos dados coletados. Para isso, claro, é imprescindível amadurecer toda a cadeia de trabalho com dados (coleta, armazenamento, adequação LGPD e tratamento).

4) Volte o foco do negócio para a experiência do cliente

Embora o assunto pareça batido, é essencial lembrar que o varejo na era dos dados precisa ser voltado para a sofisticação da experiência do cliente. 

Utilize os dados para conhecer a fundo os clientes do negócio, como também aqueles que podem vir a converter quando impactados com algum estímulo específico. 

Desenvolva estratégias diferentes para cada um deles, entregando uma jornada de compra personalizada para os perfis e personas variados. 

Em resumo: dedique-se a entender o consumidor a encantá-lo de maneira contínua, seja antes ou após a sua fidelização. 

Com base nas informações obtidas por meio da análise de dados, elabore ofertas personalizadas e recomendações de produtos. 

Estabeleça um marketing direcionado, tornando as campanhas publicitárias em peças mais eficazes para os clientes. Isso pode incluir a segmentação de clientes com base em seus interesses e comportamento de compra, por exemplo.

5) Esteja atento às inovações da concorrência e as tendências do mercado. 

Acompanhar as inovações da concorrência e as tendências do mercado é fundamental para empresas varejistas se manterem relevantes e competitivas na nova era de dados.

Para isso, algumas ideias são:

  1. Acompanhe de perto as ações relacionadas a  lançamentos de novos produtos, estratégias de marketing e preços;
  2. Participe de eventos do setor, como feiras e conferências, para ficar atualizado acerca das últimas tendências e inovações do mercado;
  3. Colabore com parceiros estratégicos, como fornecedores e startups, para trazer novas tecnologias e soluções inovadoras para o mercado.

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De maneira objetiva, o varejo na era dos dados depende, sobretudo, que as empresas optem e busquem orientar suas decisões através desses ativos. 

Facilitar esse processo é possível com as ferramentas certas. A Tail Shoppers, por exemplo, é a única plataforma do mercado que consegue cruzar os dados mais diversos dos consumidores, elaborando um relatório completo com o perfil detalhado desses usuários. 

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